A vingança da enteada
Ttrabalho
coletivo
─ Porque você, uma menina tão bonita, fala esses palavrões? Essa
situação está me deixando tensa...
─ Que se dane,
Dona Tânia, liberdade não é só uma calça jeans desbotada não. Também é falar o
que se quer.
─ Mas é que você emprega mal os termos. Irrita-me mais a falta de
concordância do que os termos chulos que você usa.
_ A senhora
não sabe o que quer. Uma hora se queixa dos meus palavrões, depois do meu
português. Que se dane a senhora!
─ Muito bem, eu quero mesmo te incomodar para que você deixe a casa de
seu pai, ou melhor, a minha casa.
_ Ao
contrário, quem vai sair é você. Se quiser, te ajudo a fazer as malas, afinal,
14 ligações perdidas do “macaquinho” no seu celular vão deixar papai bem
contente!
─ Pu-ti-nha! Você pretende contar tudo ao seu pai?
─ Sim pretendo.
─ Está bem. Não conte nada a ele, eu vou arrumar minhas coisas e vou embora!
0 comentários:
Postar um comentário