Sambão
Texto
coletivo, iniciado e encerrado pelo aluno Diego Pacheco L. Silva – 3 M 3 - ETEC Aristóteles
Ferreira
Era sexta-feira, oito da noite e
ainda não sabia o que fazer, lembrei que logo na esquina de minha casa havia um
sambão, onde todos da rua sempre iam mas eu nunca tinha experimentado, então
decidi me arrumar e ver o motivo de aquele sambão ser tão famoso em todo o
bairro.
Chegando na esquina, cheio de
gatinhas, resolvi me aparecer, comecei então o auê, cheguei junto das gatinhas
e elas gostaram da minha, fiquei com umas e outras até me achar com uma,
Mariana.
Mariana era diferente, trocamos telefone
e logo depois fui embora. No decorrer da semana, liguei duas vezes. A primeira, sem sucesso,
já a segunda consegui falar com ela. Foi a partir desse dia que começamos um
relacionamento sério.
Íamos ao sambão todo final de
semana, mas estava ficando chato porque eu realmente não gostava de samba, ia
mais para ver Mariana, mas em uma sexta feira me apaixonei loucamente por uma
mulata muito linda. Clotilde.
Terminei com Mariana mas Clotilde
não me dava bola. Continuei indo no samba, mesmo não gostando, só para vê-la,
mas era muito difícil.
Durante meses e meses continuei na
luta, mas não adiantou, fiquei revoltado e naquela noite resolvi levar minha
arma para o samba.
Ao chegar ao sambão, logo vi ela
dançando, então usei minha arma que era a capacidade de dançar de forma que
todos parassem. Clotilde e mariana ficaram assustadas com minha capacidade de
dançar e após eu terminar e ser aplaudido por mais de 10 minutos, elas vieram
falar comigo.
Mesmo tendo vivido uma linda
história com Maariana, não podia enganá-la, disse que o que sentia por Clotilde
era muito forte, aquela mulata realmente mexia comigo, Mariana acabou aceitando
e finalmente consegui me aproximar de Clotilde.
Hoje, 10 anos depois, sou casado com Clotilde e temos dois lindos mulatinhos,
Roberval e Jurema. Somos muito felizes e agradeço todos os dias por ter ido
naquele sambão de rua.
0 comentários:
Postar um comentário