20 janeiro 2012

DOÇURA


      Texto coletivo, iniciado e encerrado pela aluna Danieli Carvalho Silva – 3º M 1- ETEC Aristóteles Ferreira       



               Numa Vila onde tudo é feito de doce, existia uma garota chamada Doçura, porém ela não tinha nada de doçura, pelo contrário, era uma garota muito zangada e amarga. Todos da Vila falavam: “Que horror, que menina tão amarga! De “doçura” não tem nada”.
              Ninguém sabia o porquê dela ser tão amarga. Nada em sua história mostrava o motivo de sua amargura. Uma menina linda, de família boa e muito bem dotada, bem educada, nada lhe faltava. Não tinha motivo para ser tão amarga. Todos queriam saber o que passava naquela cabeça.
              O que as pessoas precisavam era entender aquela criatura delicada, que precisava de atenção.
              Doçura na verdade tinha um poço de sentimentos dentro de seu coração, que precisavam ser apenas lapidados.
              Anos de sua vida e seus pais só cobravam perfeição, não entendiam realmente o que se passava em seu coração. Só diziam “tenha modos, seja simpática, seja isso, seja aquilo”. E nem queriam saber o que realmente Doçura queria de sua vida. Mas Doçura decidiu não ser mais um robô para seus pais comandarem, decidiu fazer o que queria, quando queria, sem pedir autorização e opinião de ninguém. Exatamente como sempre quis. Doçura se transformou em uma adolescente sem rumo e direção. Desde pequena só ouvia críticas para mudar seu comportamento, seu jeito de ser.
              Mas quando foi que alguém se perguntou: “O que Doçura sente?” Doçura na verdade, nunca foi amarga e nem sempre mal criada, na verdade ela só queria viver a vida dela, pois Doçura, observando a sociedade, se viu num mundo sem rumo, onde, o importante era o que as pessoas achavam. Então Doçura nunca irá mudar.
           

   

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