DOÇURA
Texto coletivo, iniciado e encerrado pela aluna Danieli Carvalho Silva – 3º M 1- ETEC Aristóteles Ferreira
Numa Vila onde tudo é feito de doce, existia uma garota chamada Doçura,
porém ela não tinha nada de doçura, pelo contrário, era uma garota muito
zangada e amarga. Todos da Vila falavam: “Que horror, que menina tão amarga! De
“doçura” não tem nada”.
Ninguém
sabia o porquê dela ser tão amarga. Nada em sua história mostrava o motivo de
sua amargura. Uma menina linda, de família boa e muito bem dotada, bem educada,
nada lhe faltava. Não tinha motivo para ser tão amarga. Todos queriam saber o
que passava naquela cabeça.
O que as pessoas precisavam era
entender aquela criatura delicada, que precisava de atenção.
Doçura na verdade tinha um poço
de sentimentos dentro de seu coração, que precisavam ser apenas lapidados.
Anos de sua vida e seus pais só
cobravam perfeição, não entendiam realmente o que se passava em seu coração. Só
diziam “tenha modos, seja simpática, seja isso, seja aquilo”. E nem queriam
saber o que realmente Doçura queria de sua vida. Mas Doçura decidiu não ser
mais um robô para seus pais comandarem, decidiu fazer o que queria, quando queria,
sem pedir autorização e opinião de ninguém. Exatamente como sempre quis. Doçura
se transformou em uma adolescente sem rumo e direção. Desde pequena só ouvia
críticas para mudar seu comportamento, seu jeito de ser.
Mas quando foi que alguém se
perguntou: “O que Doçura sente?” Doçura na verdade, nunca foi amarga e nem
sempre mal criada, na verdade ela só queria viver a vida dela, pois Doçura,
observando a sociedade, se viu num mundo sem rumo, onde, o importante era o que
as pessoas achavam. Então Doçura nunca irá mudar.
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